Couve flor: benefícios e propriedades para a saúde

Couve flor a flor comestível que faz maravilhas à saúde

A couve flor é cultivada na Europa há mais de quatrocentos anos. Este vegetal da família das crucíferas é um alimento muito nutritivo com imensos benefícios para a saúde.
Este vegetal riquíssimo em nutrientes, é uma excelente fonte  de potássio, fosforo, fibras dietéticas, vitamina C, vitaminas do complexo B e vitamina K.

Principais benefícios de consumir couve flor


A couve flor tal como outras crucíferas contém substancias antioxidantes capazes de prevenir certos tipos de cancro como o da bexiga, próstata, ovários, rins, cólon e pulmões. A este feito acrescenta-se ainda os benefícios do sulforafano um composto de enxofre, apontado por alguns estudos como um potencial aliado contra o cancro. Crê-se que esta substancia é capaz de matar células do tronco canceroso e desta forma atrasar a evolução dos tumores.

As propriedade antioxidantes também são de extrema importância na manutenção do sistema cardiovascular, prevenindo determinadas doenças do coração. Desaceleram o envelhecimento precoce e atrasam as doenças degenerativas.

A couve flor tal como os brócolos têm a capacidade de reduzir a taxa de açúcar no sangue, um factor muito importante que auxilia o controle dos diabetes.

Este vegetal é muito rico em nutrientes, contudo é pobre em calorias o que faz da couve flor um óptimo alimento aos que pretendem perder ou manter o peso. Como a couve flor é rica em fibras, também cria sensação de saciedade, um factor muito importante nos processos de emagrecimento. Ademais as fibras favorecem a saúde do sistema digestivo e contribuem para a redução do cancro do cólon.

Contribui para a saúde dos ossos. A couve flor contém vitamina K, esta vitamina melhora a absorção do cálcio e reduz a sua eliminação através da urina.

Dicas

Quando comprar couve flor procure as cabeças mais compactas, livres de manchas e pontos negros. Certifique-se que as pequenas folhas que a envolvem não estejam murchas.
Melhor que sabe-las escolher é cultivá-las, controlar a adição de químicos e colhe-las na hora, o sabor é incomparável. Sugiro que leia: Cultivo da couve flor

Os perigos escondidos no peixe

Os perigos escondidos no peixe

Sabemos que o consumo de peixe acarreta muitos benefícios para a saúde. Protege o corpo contra as doenças cardiovasculares e ajuda a baixar a tensão.

Há inclusive estudo que indicam que consumir peixes oleosos, pode reduzir os riscos de asma.
Os peixes oleosos como o salmão, a cavala e a sardinha têm níveis elevados de ácidos gordos poliinsaturados ômega 3. Estes ácidos ajudam a reduzir certas substancias causadoras de inflamações das vias respiratórias.
Um estudo que envolveu 770 voluntários na Universidade de Cambridge, foi descoberto que os que comeram peixe menos de duas vezes por semana ao longo do ano tinham mais sintomas de asma, em comparação com os comeram mais de duas vezes por semana.

Porém como nem tudo são rosas, já assim o diz a gíria popular, o consumo de peixe deve ser limitado e controlado. Infelizmente vivemos num planeta mal tratado e os efeitos das asneiras humanas refletem-se no melhor que temos, neste caso falamos do peixe.
O peixe e os frutos do mar estão atualmente contaminado com mercúrio e infelizmente são a principal fonte de contaminação por mercúrio no homem.

Mercúrio o grande perigo escondido no peixe


Pessoas com uma dieta saudável poderão apresentar níveis altos de mercúrio. Mas como é isso possível? O mercúrio existe de varias formas na natureza, mas o peixe é o principal contaminante do homem. Por norma quem têm cuidado com a saúde, tende a ingerir mais peixe. Este facto reflecte-se principalmente nas pessoas que consumem peixe acima das duas ou três vezes por semana.
Os peixes com maior concentração de mercúrio são a cavala, tubarão, espadarte, cação, robalo chileno e o peixe espada preto ou branco

Como amenizar a assimilação de mercúrio


Quando comer peixe tempere-o com coentros, este tende a unir-se ao mercúrio e dificultar absorção do mesmo pelo organismo.
Aumente o consumo de zinco, poderá fazê-lo tomando suplemento de zinco ou comendo pevides de abóbora que são a maior fonte vegetal de zinco.
Sugiro que leia: Benefícios das sementes de abóbora 

Não necessitamos nem devemos eliminar o peixe da dieta, mas sim escolher os tipos e as quantidades certas. Evite comer peixe mais de duas vezes por semana. Procure os peixes da base da cadeia alimentar que correntemente sãos os peixes com menos grau de contaminação e procure saber o local de origem.
Salmão não deve exceder os 350 gramas por semana e deve limitar o consumo de atum a uma lata por semana.

Como é que os peixes ficam contaminados pelo mercúrio


Temos várias fontes de energia que emitem este poluente para o ar, principalmente pela queima de combustíveis fosseis. A atmosfera absorve todo esse mercúrio e manda-o de volta através da chuva. Por sua vez o plâncton come o mercúrio, os pequenos peixes comem o plâncton, que por sua vez são comidos pelos peixes médios e finalmente os grandes comem os médios. Sendo esta ultima cadeia a que apresenta maior concentração de mercúrio. Recapitulando, a concentração de mercúrio aumenta à medida que se avança na cadeia alimentar. A longevidade é outro parâmetro importante, os peixes com ciclo de vida mais longa estão sujeitos a um maior período de acumulação de mercúrio.

Sintomas de intoxicação por mercúrio


Os sintomas de intoxicação por mercúrio variam consoante o grau das intoxicações, que podem ser classificadas como agudas, subagudas ou cronicas.
O diagnostico não é fácil, umas vez que estas sintomatologias se confundem com outras patologias.
Intoxicação aguda, altas concentrações é a mais rara e têm risco de morte a curto prazo
Ardência no aparelho digestivo
Vómitos que pode até ter restias de sangue
Sangramento das gengivas e inflamação da boca
Aspecto acinzentado na boca e faringe
Sabor metálico na boca
Enfraquecimento dos dentes com possíveis quedas
Diarreia grave com possíveis resíduos de sangue
Problemas hepáticos sérios
Alterações renais graves
Intoxicação cronica, exposição repetida e gradual, a mais comum
Falta de concentração
Transtornos digestivos e mau hálito
Tonturas
Irritabilidade e cansaço acima do normal
Apatia ou agressividade
Visão e audição menos apuradas
Enfraquecimento dos dentes
Transtornos renais leves
Possível anemia
Hipertensão
Problemas a nível do sistema nervoso central

Os efeitos tóxicos do mercúrio podem ser reversíveis a longo prazo, dependendo do grau de toxidade. Contudo a exposição prolongada a este metal pode conduzir a danos irreversíveis, especialmente em fetos, lactentes e crianças.
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