Prevenção da doença de Alzheimer

Sintomas e Prevenção da doença de Alzheimer
O Alzheimer é uma doença neurológica genética que está intimamente associada a perda de memoria, perda do raciocínio e a comportamentos alterados e inadequados. É uma patologia do cérebro com causa desconhecida, atualmente não têm cura, mas sabe-se que é uma doença genética com fortes probabilidades de passar de pais para filhos. Evidencia-se com degeneração das células cerebrais, que com o avançar do tempo vai progredindo e acentuando os sintomas, até alterar por completo a atividade diária do utente. Esta disfunção denominada como doença do século, ocorre na generalidade depois dos 60 anos, apesar de existirem ocorrências mais prematuras. Contudo apesar da idade ser um fator de risco, o Alzheimer não pode ser considerado normal no envelhecimento.

Os especialistas focam-se na profunda investigação das causas e nas hipóteses de prevenção. Atualmente há avanços científicos que têm levado ao desenvolvimento de novos fármacos que estão ainda em fase de ensaios clínicos e espera-se que eles possam prevenir ou retardar a progressão do Alzheimer.

Resta-nos a possibilidade de reduzir os riscos ou atrasar a progressão, desenvolvendo hábitos saudáveis. Há evidencias cientificas que relacionam o Alzheimer com vários fatores que incluem: os maus hábitos alimentares, a baixa escolaridade, hipertensão e más praticas como fumar e beber.


Sinais de alerta da doença de Alzheimer



  • Perda de memoria, principalmente a de curto prazo
  • Dificuldade de efetuar as tarefas do cotidiano
  • Desorientação, confusão e desconfiança
  • Alteração e descoordenação da linguagem
  • Desorientação do tempo ou do espaço
  • Frequente repetição de conversas ou tarefas
  • Alternações da personalidade e do humor
  • Perda de interesse pelas atividades costumeiras  
  • Perda de peso sem motivo


Como reduzir as hipóteses de vir a sofrer de Alzheimer


Cuide da alimentação: A comida que ingerimos influencia a nossa saúde e ajuda a manter o corpo e o cérebro equilibrados. Coma de um modo equilibrado, inclua frutas legumes, cereais, peixe.
Reduza os hidratos de carbono, eles aumentam o nível de açúcar no sangue e podem aumentar o risco de vir a adquire a doença de Alzheimer.

Ingira gorduras saudáveis: Muitos vêem a gordura como um inimigo porém se pensarmos que o nosso cérebro é composto por 60% de gordura, vamos compreender a sua importância. Gorduras saudáveis ajudam a reduzir a inflamação e podemos obtê-las no azeite, no abacate, nas sementes e nos frutos secos. Inclua o omega 3 na sua dieta, seja através da alimentação seja através da suplementação.

Cuide da saúde intestinal: O bem estar do nosso cérebro também passa uma boa saúde intestinal. Os alimentos probióticos além de manterem o equilíbrio das bactérias boas nos intestinos, protegem a ligação entre os intestinos e o cérebro, tal como outras partes do organismo. Encontramos estes elementos em comidas fermentadas como: Iogurtes, verduras fermentadas, vinagre de sidra, alguns tipos de queijo, Kefir: (Benefícios do Kefir), Levedura de cerveja: (Benefícios da levedura de cerveja), entre outros.

Mantenha a cabeça em funcionamento: Exercite a cabeça e mantenha o seu cérebro ativo. As atividades intelectuais ajudam a estimular o nosso cérebro e permitem que os neurônios estabeleçam mais conexões entre si, um fator muito importante na prevenção do Alzheimer. Guarde alguns minutos do seu dia para: Ler, fazer palavras cruzadas, aprender coisas novas, pesquisar, jogar jogos de memoria, etc.

Pratique exercício físico: As atividades físicas ajudam a reduzir as chances de desenvolver a doença de Alzheimer. Alguns estudos defendem que a prática de exercício físico pode reduzir até 50% a probabilidades de vir a sofrer de Alzheimer. Além disso ajuda a diminuir o stress, que é um dos principais inimigos do cérebro. 

Capuchinhas - propriedades e indicações terapêuticas

Capuchinhas - propriedades e indicações terapêuticas

As capuchinas (Tropaeolum majus), também conhecidas por chagas, pertencem à família das Tropeaeolacee. São plantas herbáceas anuais com origem nos Andes e espalharam-se pelo mundo no século XVII através dos conquistadores espanhóis. Os Incas eram grandes conhecedores e utilizadores desta planta, sendo que atualmente é usada de várias maneiras: na alimentação, na medicina popular e na proteção da horta (Usos das capuchinhas na horta).

Propriedades: Bactericidas, expetorantes, tonificantes, sedativas, diuréticas,  tonificantes, anticoagulantes, antissépticas, anti escorbútica.

Indicações terapêuticas: Infeções urinárias, escorbuto, falta de apetite, problemas digestivos, sinusite, bronquite, gripe, constipação, catarro e doenças da pele.

Principais indicações terapêuticas da capuchinha


As capuchinhas funcionam como um antibiótico natural com a vantagem de não danificarem a flora intestinal. Recomenda-se a sua toma sob a forma de chá, onde são empregadas as folhas e as flores da planta frescas. A infusão têm propriedades expetorantes e é indicada para os problemas de bronquite, catarros nasais, brônquicos, gripes e constipação. Aumenta a resistência às infecções bacterianas e deste modo ajuda a tratar as infecções urinárias e genitais, esta ação pode ser reforçada externamente sob o modo de lavagem, permitindo assim reduzir a proliferação de bactérias.

O sumo das folhas das capuchinhas é utilizado na pele pela sua ampla ação dermatológica: trata erupções cutâneas, desinfeta, aceleram a cicatrização de feridas e alivia os quadros de psoríase.
Bata 10 folhas de capuchinha no liquidificador com meia chávena de água. Molhe um algodão no sumo e passe nas zonas afetadas.

Como consumir as capuchinas


As folhas e as flores da capuchinha são comestíveis: As folhas são ricas em ferro e as flores em vitamina C e possuem um sabor apimentado semelhante ao agrião. Podem ser incluídas em omeletes e molhos, são uma mais valia quando acrescentadas às saladas, dando-lhes um toque exótico, além de as enriquecer com os seus elementos nutritivos.
Na América é habitual esmagar as flores e as folhas da capuchinha e acrescentar a pasta obtida à manteiga de barrar o pão.
As flores devem ser colhidas depois de totalmente abertas. Há quem afirme que as folhas têm melhor sabor antes da planta florescer, porém elas podem ser colhidas em qualquer altura desde que se apresentem tenras.

Frutos de capuchinha: São consumidos em conserva, sob a forma de picles. Inclusive elas são utilizadas na substituição de alcaparras, sendo apelidas de um modo popular como "alcaparra de pobre". Para o efeito os frutos devem ser colhidos imaturos, ou seja, quando se encontram ainda totalmente verdes.
➢ Coloque as sementes em água salgada por 3 dias, trocando a água diariamente. Findo o tempo, escorra as sementes de capuchinha e coloque-as num frasco de vidro seco e esterilizado. Aqueça vinagre de vinho ou de cidra temperado com cebolinha, alho, pimenta e noz moscada (não deixe ferver). Verta o vinagre aromatizado ainda quente por cima das sementes e rolhe bem o frasco. Guarde em local escuro por aproximadamente um mês antes de usar. Depois de aberto guarde no frio.

Efeitos colaterais e contra indicações das capuchinhas


O consumo intensivo da planta é contra indicado a gestantes, bebés, crianças pequenas e pacientes com doenças renais.
A planta pode causar alguma irritação da membrana da mucosa gastrointestinal, devendo ser evitada por pessoas que sofram de ulceras gastro intestinais.
Pessoas que sofram com desequilíbrios da coagulação do sangue e que sejam medicadas para o efeito devem evitar o uso excessivo da planta.

Nomes populares: Capuchinha, chagas, cinco chagas, nasúrcio, bico de papagaio, agrião do México, chaquinha, mastrugo, mastruço do Perú, flor depavão, flor de chagas, papagaios, flor do sangue.

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