16.3.17

Dieta alcalina

Os benefícios da dieta alcalina para a saúde

" Nenhuma doença, inclusive o cancro, pode existir num ambiente alcalino": Otto Warburg, Prémio Nobel da Medicina em 1931
O corpo não está adaptado para ser ácido, está preparado para ser alcalino, não é à toa que o bebé nasce alcalino o velho morre acido. Quando se rompe o equilíbrio do organismo, começam a manifestar-se as doenças, devemos nos manter o quanto possível alcalinos e contrariar o processo de envelhecimento, "chegarmos novos a velhos"

Consequências de uma dieta acida


As evidencias indicam que quando o ambiente do nosso corpo é alcalino é difícil adoecer. Quando o organismo se torna ácido, vai buscar aos ossos e a outros órgãos os minerais alcalinizantes ( O magnésio o cálcio e o potássio) e esses minerais fazem a maior das faltas aos órgãos que os cedem. Logicamente, se o organismo vai aos ossos buscar esses elementos, o individuo corre o risco sério de adquirir a osteoporose e por aí fora.

 A acidez, o açúcar e ausência de oxigénio criam condições perfeitas para as células cancerosas se desenvolverem. Havendo acidez há diminuição de oxigénio, logo à partida estão criadas duas condições para a proliferação e desenvolvimento da célula cancerosa. Sabe-se que as células normais não conseguem sobreviver sem oxigénio, porém as células cancerosas não conseguem sobreviver na presença de altos níveis de oxigénio. Supõe-se por tal, que o cancro possa ser um mecanismo de defesa de algumas células do organismo, para continuarem com vida em ambientes ácidos e ausentes de oxigénio. (A causa primária do cancro)

O principal inimigo da nossa saúde é a inflamação e é num ambiente ácido que ela se dá. Ela está por detrás da maioria das doenças como: obesidade, diabetes, cancro, hipertensão, doenças cardiovasculares e tantas outras.

Como fazer uma dieta alcalina


Necessitamos nos lembrar que cada um de nós, têm necessidades diferentes, o ideal será combinar o conceito desta dieta com outros factores nutricionais, que possam ir de encontro ás necessidades pessoais.
Antes de mais, numa dieta alcalina também conhecida por dieta do pH, devemos começar por reduzir o que acidifica o nosso organismo. Os açúcares refinados e seus derivados, sal refinado, farinhas refinadas, margarinas, refrigerantes,carnes, produtos com cafeína, leite e derivados, álcool, antibióticos, tabaco, e tudo o que contenha conservantes.
Precisamos implementar uma dieta rica em verduras cruas, frutas, sementes, água e cereais integrais. Deve dar preferência a alimentos crus, o cozimento elimina o oxigénio.

A água é importantíssima, para a hidratação e oxigenação do organismo. Nosso corpo é composto por 70% de água. Devemos beber 1,5 lt por dia e melhor aínda se for alcalinizante.
Água alcalinizante: 3,5 de água de nascente com 1,5 lt de água do mar.
O sal da água do mar é integral, é composto por 83 minerais, logicamente que não se deve beber no estado puro, os rins não aguentariam. Cada litro de água do mar tem 34 gramas de sal. Sal esse que não não têm nada a ver com o sal de cozinha refinado.

Tabela do pH dos alimentos


Quando se fala de alimentos alcalinos ou ácidos, não se refere ao seu pH, no estado natural, refere-se aos resíduos que esses alimentos geram após serem processados pelo nosso organismo. Temos o exemplo do limão que é um fruto ácido e no organismo têm um efeito altamente alcalinizante.
Quanto mais alto for o pH na tabela abaixo, maiores são os benefícios desses alimentos para a saúde.


ph10: Brócolos, couves de Bruxelas, couve flor, água alcalina, couve flor, alcachofra, agrião, limão, tangerinas, alho, espinafre, algas.
pH9: Abacate, alface, gengibre, ervilhas, clara de ovo, batata doce, cebola, mamão, manga, azeite de oliva, pêras, beringela, lentilha, salsa, dióspiros, maracujá, mandioca, abóbora, melancia, melão, tâmaras, amoras, uvas, kiwi. folhas verdes escuras.
pH8: Maçãs, tomate, sal marinho, ananás, morangos, cerejas, bananas, laranjas, goiabas, nabos, milho,soja, espargos, damasco, pêssegos, amêndoas.
pH7: Água mineral.
pH6: Ovos, iogurte, peixe, feijão, leite de soja, arroz integral, aveia, farinha de trigo integral, vinagre de maçã, chá verde, mel, cenoura,
pH5: Frango, peru, pão branco, amendoins, arroz branco, maionese, marmeladas.
pH4: Carne de porco, massas, chocolate, nozes, molho de tomate, adoçante, pipocas, chá preto, vinagre, vinho, cerveja.
pH3: Açúcar e todos os seus derivados, refrigerantes, leite, queijos, álcool, alimentos embutidos, frituras, comida enlatada e sal refinado.

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