Óleo de rícino um poderoso aliado

Benefícios do óleo de rícino

O óleo de rícino é rico em minerais, vitamina E e ácidos gordos muito importantes para a saúde da pele, dos cabelos e das unhas. Mantém a hidratação, suaviza e acalma a cutis, mata agentes patogénicos prejudiciais à derme e ao couro cabeludo. É eficaz no tratamento de acne, furúnculos, verrugas, queimaduras solares e dermatite de contacto. Diminui rugas, as bolsas nos olhos, a pele seca e as estrias.

Trata-se de um óleo com baixo peso molecular, que é  rapidamente absorvido pela pele e que estimula a produção de colagénio.

É relaxante e muito bom para quem sofre de artrite, alivia as dores musculares e das articulações. O óleo de rícino pode ser usado em cataplasmas localizados ou em massagens, sozinho ou misturado com outro óleo como o de amêndoas doces de forma a deslizar melhor.

Óleo de rícino no fortalecimento e crescimento dos cabelos


Rico em vitamina E e em propriedades antibacterianas e antiinflamatorias, o óleo de ricino é a combinação perfeita para a saúde capilar, elimina a caspa, a seborreia e reduz a queda do cabelo. Quando aplicado e massageado directamente no couro cabeludo, intensifica a circulação sanguínea, fortalece os folículos pilosos, o que resulta em cabelos mais fortes e saudáveis. Vale salientar que trava a queda de cabelo de origem não genética, contudo mesmo nesta situação pode minimizar um pouco a percentagem da caída. Queda de cabelo como evitar

O seu uso regular propicia uma excelente hidratação e brilho dos fios de cabelo e aínda previne as pontas duplas. Fortalece os cabelos ao longo das várias etapas de crescimento, mantendo-os hidratados e espessos.

Alonga e fortifica as pestanas. Aplique uma quantidade mínima sobre as pestanas com ajuda de um cotonete. Com o devido cuidado de não atingir o olho.

Como aplicar o do óleo de rícino


Aplique o óleo de rícino no couro cabeludo e massaje por alguns minutos. Realize movimentos circulares, de forma a activar a circulação sanguínea. Coloque uma touca e deixe actuar por algumas horas e lave normalmente. Aplique uma a duas vezes por semana, conforme as necessidades do seu cabelo.

Se necessário amorne o óleo de forma a facilitar a sua aplicação. Poderá fazê-o em banho maria ou no microondas por apenas 10 segundos e apenas a dose pretendida.

Misturá-lo com outro óleo, como eu já referi atrás também é uma boa opção. Contudo esta mistura não descarta o aquecimento. Os óleos predilectos para esta união são o óleo de coco, o azeite de oliva e o de amêndoas doces.

No couro cabeludo, tente usar óleo de rícino puro. Coloque uma pequena quantidade na palma da mão e com os dedos vá aplicando suavemente na raiz dos cabelos.

Também poderá colocar uma pequena porção de óleo de rícino na dose diária de champoo e lavar normalmente. Cuidado não abuse na quantidade, sob o risco do cabelo ficar pesado.

Advertência

O óleo de ricino é obtido da planta mamona, mais propriamente das suas sementes que são tóxicas, contudo a preparação controlada, e o facto da ricina não se misturar no óleo, faz com que este produto seja inofensivo.
No entanto não se recomenda de forma alguma o uso da planta ou das sementes de mamona, nem tentar fazer o seu próprio óleo de rícino.

Benefícios da romã

Benefícios e propriedades da romã

A romã é uma infrutescência da romãzeira (Punica granatum), uma fruta preciosa, com muitos significados simbólicos, acredita-se que ela está associada à abundância, à união, amistosidade, ao amor e à fertilidade, graças à grande quantidade de sementes dentro de cada fruto. Em algumas partes do mundo são consumidas na passagem de ano, como simbolo de sorte.

A romã é uma infrutescência que provém da romãzeira (Punica granatum L). Destaca-se pelo alto teor de vitamina C, A,  E , vitaminas do complexo B,  ácido fólico, potássio e polifenóis. Contém também flavonóides, ácidos fenólicos, acidos graxos e taninos, entre outros.

A romã é uma fruta com fortes poderes antioxidantes, é uma potente aliada contra o cancro, as doenças cardiovasculares e outro males que advém do envelhecimento precoce.
Contém ainda propriedades anti virais, anti bacterianas, vermicidas, antitumorais e acredita-se que nela como uma fruta que ajuda a prolongar a longevidade.

Principais benefícios do consumo da romã


A ingestão regular da romã contribui para melhorar a saúde cardiovascular, ajuda a baixar o colesterol, reduz a formação de placas nas artérias e propicia a boa circulação do sangue. Acredita-se que consegue reduzir os riscos até 30% da incidência do enfarte.

A romã é uma excelente auxiliar na prevenção dos problemas orais e na redução da placa bacteriana. Este facto deve-se ao seu teor de tanino e às suas propriedades anti bacterianas e anti virais.

As romãs têm propriedades que ajudam a limitar a danificação das células, principal causa do desenvolvimento do cancro. Esta característica anti cancerígenas dão-se pelo facto desta fruta conter ácido gálico, elágico e protocatequínico. Estudo feitos nos Estados Unidos mostra que a associação destas três substancias, aínda ajuda a reduzir a velocidade de multiplicação das células cancerígenas.

As sementes desta fruta, estão contidas nos pequenos bagos rosados, têm propriedades fitoestrogénicas, que auxiliam nos descontroles hormonais, sendo boas auxiliares no control dos transtornos provocados pela tensão pré menstrual e da menopausa.

No passado o chá da casca de romã era usada como antibiótico. A romã é eficaz na eliminação de bactérias prejudiciais ao nosso organismo. Sendo esta prática ainda utilizada hoje por seguidores da medicina alternativa.

As folhas da romãnzeira, usadas em infusão aliviam problemas digestivos e a irritação ocular. Já a infusão da casca da romã em forma de gaguejos, auxilia nas infecções de garganta.

As infusões da raiz e da casca do tronco são usados no combate dos parasitas intestinais, incluído a tênia.

Chá de casca da romã 

As infusões da casca da romã, funciona pelas propriedade bactericidas, anticépticas e anti inflamatórias. Ações essas que ajudam nos processos inflamatórios e no controle dos microrganismos causadores de várias perturbações, incluindo gastroenterite.
Junte 10 gr de casca de romã com uma chávena de água fervente. Deixe abafado por 10 minutos, coe e beba o chá morno. Beba entre 2 a 3 chávenas por dia.

Tratamento da boca, garganta inflamada e irritada com romã

A casca da romã quando usada sob a forma de infusão, bochechos ou gargarejos é usada contra as doenças da garganta e da boca como faringites e gengivites. Segundo alguns estudos a casca têm ação contra bactérias patogênicas, inibindo a sua proliferação.
Ferva uma chávena de água com 6 gramas de casca de romã por 2 ou 3 minutos. retire do lume e deixe abafado até amornar.
Faça gaguejos ou bochechos com a infusão mais de 3 vezes ao dia. Leia mais sobre: Dores de garganta
➢ Pode-se igualmente mascar pequenos pedaços de casca da romã seca ou fresca, como se fosse pastilha elástica.

Casca de romã contra vermes intestinais

Esta infusão é valida contra a tênia ou solitária e vermes chatos.
Ferva 40 a 60 gr de casca do tronco ou da raiz da romã com 200 ml de água. Mantenha a fervura por 10 minutos e depois coe a infusão.
Divida a esta infusão em três porções e tome cada uma delas, com intervalo de uma hora.
Cuidado: Não exceda as doses de extrato da planta, em doses elevadas provoca toxidades importantes. Esta preparação não deve ser usada em crianças com idades inferiores a 12 anos.

Curiosidades sobre a romã


A romã é considerada um fruto sagrado, antigamente os Gregos prezavam-na como fruto da fertilidade e a conceituavam como fruto de Afrodite, a Deusa do Amor.

Contra indicações: O consumo exagerado pode causar enjoos ou vômitos. A romã contém um alto teor de alcaloides, que podem causar alguma toxidade.

Nomes populares: Romã, fruto do amor, grenade (francês), pomegranate (inglês), granada (espanhol).

Sintomas de um derrame cerebral - AVC

Saiba reconhecer os sintomas de um derrame cerebral

Um derrame cerebral acontece no momento que um determinado tipo de anomalia, interrompe e provoca uma alteração no fluxo do sangue no cérebro. Este incidente leva a privação de oxigénio nas células cerebrais, causando-lhes a morte. Sendo assim podemos que concluir que quando mais cedo actuarmos, menor será a devastação, causada por esta abstenção.

A actuação imediata poderá definir a diferença entre uma lesão cerebral leve ou uma grave incapacidade e inclusive a morte.
Contudo a maioria das pessoas que sofrem dum acidente vascular cerebral, não reconhecem os sintomas iniciais e só recorrem à ajuda médica várias horas depois dos primeiros sinais.

Ocasionalmente poderão surgir alguns dos sintomas indicados abaixo e desaparecerem em menos de 24 horas ou até só durarem alguns minutos. Este episódio é conhecido como um mini derrame, designado na medicina como um acidente isquémico transitório. Segundo as estatísticas 1 em cada 12 pessoas que padecem de um mini derrame, sofrem de um grande derrame em menos de uma semana.

Principais sinais de um derrame cerebral


A intensidade dos sintomas depende do tipo de acidente vascular cerebral, da idade e da localização. Se identificar estes sintomas em alguém ou em você mesmo, não hesite peça ajuda médica imediata. Mesmo que os sinais acalmem ou desaparecem ao fim de pouco tempo, lembre-se que pode estar na presença de um mini derrame cerebral. Não é comum num doente de AVC  os sintomas afectarem os dois lados do corpo, porém pode acontecer.

Fraqueza repentina na face ou nos membros

Os sinais mais comum na maioria das ocorrências, passam por uma debilidade ou dormência repentina, na cara num braço ou numa perna, no mesmo lado do corpo. Suspeite se o paciente não conseguir levantar um braço ou ambos, e não conseguir executar funções simples como pegar num copo. Poderão ocorrência da mímica facial, quando há um desvio da comissura labial e a pessoa fica com a boca de lado.

Dificuldade na linguagem

Poderá ser notada alguma lentidão ao falar, dificuldade em articular as palavras e confusão na elaboração de frases. Algumas pessoas apesar de estarem despertas poderão até denotar total incapacidade de falar.

Falta de visão

A perda de visão repentina, parcial ou transitória num dos olhos ou raras vezes nos dois. Poderá também ocorrer a sensação de cortina ou de sombra nos olhos. Alteração na pálpebra do olho evidente, em comparação com a do outro olho.

Perda de sensibilidade ou de força

A ocorrência de défices motores, diminuição da força e ou perda súbita súbita da sensibilidade de um dos lados do corpo. Estes sintomas poderão ocorrer em simultâneo.

Outras sintomatologias comuns não menos importantes

Dores de cabeça intensas, desequilíbrio, descoordenação motora, confusão, convulsões, e falta de percepção.

Um acidente vascular cerebral divide-se em duas categorias


  • Acidente vascular cerebral isquémico: quando existe uma obstrução nos vasos sanguíneos e leva a interrupção da normal circulação do sangue, numa secção especifica do cérebro. 
  • Acidente vascular cerebral hemorrágico: quando ocorre uma hemorragia localizada, que pode levar ao aumento da pressão intracraniana e a um edema cerebral.

Factores que aumentam o risco de um derrame cerebral


Benefícios das fibras alimentares

Os beneficios das fibras alimentares na saúde

As fibras são um elemento natural, que existe nas frutas, nos vegetais e nos cereais. Sempre fizeram parte da alimentação humana, mas o hábito de refinar os alimentos, diminui radicalmente a sua quantidade.

A importância das fibras alimentares na saúde


As fibras "limpam" o organismo, aceleram o transito intestinal e este fica menos tempo exposto aos agentes nocivos, causadores de muitas patologias.
Segundo os especialistas a média diária ideal é de 30 gr de fibra. Contudo calcula-se o o consumo diário actual ronde apenas as 18 a 20 gr.

Alguns estudos indicaram que as fibras inibem a absorção de metais pesados como o mercúrio e arsénio, do trato digestivo.

As fibras e a flora intestinal


As fibras distinguem-se dos açúcares e dos amidos por resistirem às enzimas digestivas. O nosso organismo consegue chegar aos nutrientes dos alimentos que consumimos e desdobrá-los nas suas unidades estruturais, para os absorver. Com as fibras isso não acontece, o nosso sistema digestivo não têm enzimas capazes capazes de desdobrar as fibras. Portanto elas chegam ao intestino quase intactas.

Quando as fibras chegam ao intestino grosso, dá-se a fermentação de uma parte delas, um processo muito importante para a flora intestinal e saúde em geral. Estimula o sistema imunitário e são libertados produtos derivados da fermentação das fibras, que previnem o cancro.

A importância das fibras solúveis e insolúveis 


Temos dois tipos de fibras, as solúveis e as insolúveis. Ambas são muito importantes e deve haver um equilíbrio entre as duas. Na fruta em geral, temos mais fibra solúvel na polpa e mais fibra insolúvel na pele ou casca.

As fibras solúveis, são as que se dissolvem na água e as mais fermentáveis pela flora intestinal. Ao misturarem-se com a água formam uma substancia gomosa que retarda a digestão e a absorção dos alimentos. Este processo ajuda a criar a sensação de saciedade e ajuda a regular os níveis de glucose no sangue.
Encontram-se principalmente nas leguminosas, aveia, centeio, cevada e na maior parte das frutas.

As fibras insolúveis não se dissolvem na água mas absorvem-na. Funcionam como uma esponja, absorvem e retém a água dos intestinos. Aumentam e amaciam o volume fecal e promovem os movimentos intestinais.
Encontram-se principalmente nos cereais à base de farelo, farinhas e massas integrais e na maioria dos legumes.
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