Benefícios do Morango para a saúde

Morango: conheça os benefícios deste fruto para a saúde

O morango é um dos frutos mais populares do mundo, com sabor inconfundível entre o agre e o doce que agrada a miúdos e graúdos. Sabe-se que o morango ocupa uma posição elevada no que consta a propriedades antioxidantes, têm efeitos anticancerigenos e é uma excelente fonte de fibras.

Este delicioso fruto têm poucas calorias e dá-nos a satisfação de o comer sem culpabilidade. Quanto mais fresco mais elevadas são as suas propriedades, o seu consumo deve ser efectuado o mais rápido possível após a colheita e não deve ultrapassar os dois dias.

Benefícios e propriedades do morango


Retarda o envelhecimento precoce. O morango é muito rico em substancias antioxidantes, estas são reconhecidas pela sua acção no combate dos radicais livres que danificam as nossas células. Esta propriedade permite prevenir o envelhecimento precoce, que com o tempo pode levar ao aparecimento vários tipos de doenças, incluindo o cancro.

Prevenção do cancro. O morango é uma importante fonte de ácido elágico, trata-se de ácido fenólico com importantes propriedades antioxidante e anti cancerígenas. Diversos estudos demonstram que este ácido pode impedir o desenvolvimento de alguns tumores. Entre eles destacam-se o cancro da língua, do esófago e dos pulmões. A ingestão regular de morangos está associada a um menor risco de contrair o cancro da próstata.

Melhora o funcionamento do sistema digestivo. Os morangos são ricos em fibras solúveis e insolúveis, que contribuem para o bom funcionamento dos intestinos, ajudam no controle do peso e na redução do mau colesterol. Possuem também potássio e magnésio que lhe dão uma leve acção diurética, benéfico para quem têm pré disposição para a retenção de líquidos ou hipertensão arterial.

Doenças cardíacas. O morango contém antiocininas, substancias capazes de neutralizar os radicais livres. segundo alguns estudos a antiocinina pode reduzir as hipóteses de sofrer um ataque cardíaco.

Fortalece o sistema imunitário. Este fruto regista uma quantidade significativa de vitamina C, que está associada à prevenção do envelhecimento precoce e ao fortalecimento do sistema imunitário o que lhe permite auxiliar na prevenção da a gripe e outro tipo de infecções. Esta vitamina também contribui para o fortalecimento dos ossos e dos dentes. Favorece a formação de colágeno essencial à firmeza da pele, ao fortalecimento das unhas e do cabelo.

Melhora as funções de cérebro. O morango contêm fisetina uma substancia que estimula a memoria e as funções do cérebro, também é associado à prevenção de Alzheimer.

Os morangos são anti inflamatórios como tal são de grande ajuda no combate a muitas doenças inflamatórias como a osteoartrite, aterosclerose, a asma, entre outras.

Alcalinizam o organismo. Os morangos têm efeito alcalinizante no nosso corpo, um factor muito importante na prevenção de várias doenças.

Quando o morango deve ser evitado


Apesar de todos os benefícios, os morangos devem ser comidos com cautela em determinadas circunstancias.

Portadores de doenças intestinais como a diverticulose. O morango é cítrico e possui fibras insolúveis, que pioram os quadros desta doença.

Pessoas com predisposição a produção de pedras nos rins, não devem exagerar no consumo deste fruto. O morango contêm ácido oxalico, que em excesso pode provocar cálculos nos rins e na bexiga.

Benefícios da Batata doce para a saúde

Batata doce e seus benefícios na saúde

A batata doce (Ipomoea batatas) é um dos alimentos mais nutritivos e versáteis do mundo dos vegetais. Pode ser cozida, assada, frita ou transformada em puré. Encontra-se à venda em qualquer época do ano, é de fácil conservação e de fácil cultivo. (Cultivo da batata doce)

A batata doce é uma excelente fonte de alfacaroteno, betacaroteno, vitaminas C e E. Sabe-se que o betacaroteno influencia a absorção de ferro para o dobro. Este ocorrência deve-se ao facto do betacaroteno bloquear os efeitos do ácido fítico e fenólicos que reduzem a absorção do ferro. O betacaroteno dentro do nosso organismo é convertido em vitamina A, que fortalece o sistema imunológico.
Contudo vale lembrar que é nas casca que se encontra a maior percentagem de alcaloides, ao cozinhá-la procure fazê-lo com a pele. Nutricionalmente a batata doce é mais rica que a batata inglesa, veja as diferenças mais abaixo.
Leia também: Os benefícios das folhas da batata doce

Conheça as vantagens de comer batata doce


É indica na alimentação de quem sofre de diabetes. Apesar de adocicada a batata doce ajuda a controlar o açúcar no sangue. A explicação está no facto de ela aumentar significativamente os níveis de adiponectina, a hormona que regula o metabolismo da insulina nas diabetes do tipo 2. Sabe-se também que ela é uma boa fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, a absorção do seu carboidrato é feito de uma forma lenta e gradual, não gerando picos de glicose no sangue.

Reduz a sensibilidade da pele à luz solar. Este mérito deve-se ao betacaroteno contido nas batatas doces. Contudo este facto não descarta a necessidade de usar protetores solares, nem de descartar as precauções a ter com as exposições ao sol.

São ricas em fibras dietéticas, as quais promovem a saúde do sistema digestivo, reduzem o colesterol e nos mantém saciados por mais tempo. O índice glicémico da batata doce é baixo, significa que o açúcar contido neste alimento é absorvido lentamente pelo organismo. Duas mais valias para quem pretende perder peso.

Permite reduzir as hipóteses de sofrer de artrite. O betacaroteno têm sido associado a um menor risco de desenvolvimento de artrite reumatoide, sabe-se que baixos níveis de antioxidantes podem ser uma potencial causa do seu aparecimento.

Melhora a saúde ocular. Uma das principais causas da cegueira é a falta da vitamina A e esta é encontrada na batata doce. As batatas doces auxiliam na prevenção da cegueira, das diabetes e na perda de peso.

Diferenças entre a batata doce e abatata inglesa


Apesar das duas batatas pertencerem à mesma família e partilharem o mesmo nome, nutricionalmente elas não têm muito em comum. Veja a seguir as principais diferenças entre elas a cada 100 gramas.
➢ Calorias: Em termos de energia a batata doce têm 77 calorias e a inglesa têm 52, porém a primeira têm um índice glicémico mais baixo, ou seja, uma absorção de açúcar mais reduzido.
➢ Carboidratos: Relativamente aos carboidratos a batata doce têm 18,4 gramas e a inglesa 11,9.
➢ Fibras: A batata doce têm o dobro de fibras comparativamente à inglesa, a primeira têm 2,2 gramas e a segunda têm 1,1.
➢ Cálcio: A batata doce oferece 17 miligramas de cálcio, contra 3 miligramas da batata inglesa.
➢ Potássio: Comparativamente ao potássio a batata doce sai a perder, ela disponibiliza 148 miligramas e a inglesa 161 miligramas.
➢ Vitamina C: A batata doce apresenta 23,8 miligramas, contra 3,4 da inglesa, uma diferença impressionante.
Apesar da batata doce ser muito mais rica, não descarta a inglesa, que também deve ser incluída na alimentação. Conheça-a melhor aqui: Benefícios da batata inglesa para a saúde

Curiosidade: A batata-doce Ipomoea batatas é também conhecida por: batata-da-terra, batata da ilha, jatica e jetica. Pertence à família das convolvuláceas da ordem das Solanales, a mesma da batata inglesa, do tomate e dos pimentos. É originária dos Andes e espalhou-se por todo o mundo.

Couve flor: benefícios e propriedades para a saúde

Couve flor a flor comestível que faz maravilhas à saúde

A couve flor é cultivada na Europa há mais de quatrocentos anos. Este vegetal da família das crucíferas é um alimento muito nutritivo com imensos benefícios para a saúde.
Este vegetal riquíssimo em nutrientes, é uma excelente fonte  de potássio, fosforo, fibras dietéticas, vitamina C, vitaminas do complexo B e vitamina K.

Principais benefícios de consumir couve flor


A couve flor tal como outras crucíferas contém substancias antioxidantes capazes de prevenir certos tipos de cancro como o da bexiga, próstata, ovários, rins, cólon e pulmões. A este feito acrescenta-se ainda os benefícios do sulforafano um composto de enxofre, apontado por alguns estudos como um potencial aliado contra o cancro. Crê-se que esta substancia é capaz de matar células do tronco canceroso e desta forma atrasar a evolução dos tumores.

As propriedade antioxidantes também são de extrema importância na manutenção do sistema cardiovascular, prevenindo determinadas doenças do coração. Desaceleram o envelhecimento precoce e atrasam as doenças degenerativas.

A couve flor tal como os brócolos têm a capacidade de reduzir a taxa de açúcar no sangue, um factor muito importante que auxilia o controle dos diabetes.

Este vegetal é muito rico em nutrientes, contudo é pobre em calorias o que faz da couve flor um óptimo alimento aos que pretendem perder ou manter o peso. Como a couve flor é rica em fibras, também cria sensação de saciedade, um factor muito importante nos processos de emagrecimento. Ademais as fibras favorecem a saúde do sistema digestivo e contribuem para a redução do cancro do cólon.

Contribui para a saúde dos ossos. A couve flor contém vitamina K, esta vitamina melhora a absorção do cálcio e reduz a sua eliminação através da urina.

Dicas

Quando comprar couve flor procure as cabeças mais compactas, livres de manchas e pontos negros. Certifique-se que as pequenas folhas que a envolvem não estejam murchas.
Melhor que sabe-las escolher é cultivá-las, controlar a adição de químicos e colhe-las na hora, o sabor é incomparável. Sugiro que leia: Cultivo da couve flor

Os perigos escondidos no peixe

Os perigos escondidos no peixe

Sabemos que o consumo de peixe acarreta muitos benefícios para a saúde. Protege o corpo contra as doenças cardiovasculares e ajuda a baixar a tensão.

Há inclusive estudo que indicam que consumir peixes oleosos, pode reduzir os riscos de asma.
Os peixes oleosos como o salmão, a cavala e a sardinha têm níveis elevados de ácidos gordos poliinsaturados ômega 3. Estes ácidos ajudam a reduzir certas substancias causadoras de inflamações das vias respiratórias.
Um estudo que envolveu 770 voluntários na Universidade de Cambridge, foi descoberto que os que comeram peixe menos de duas vezes por semana ao longo do ano tinham mais sintomas de asma, em comparação com os comeram mais de duas vezes por semana.

Porém como nem tudo são rosas, já assim o diz a gíria popular, o consumo de peixe deve ser limitado e controlado. Infelizmente vivemos num planeta mal tratado e os efeitos das asneiras humanas refletem-se no melhor que temos, neste caso falamos do peixe.
O peixe e os frutos do mar estão atualmente contaminado com mercúrio e infelizmente são a principal fonte de contaminação por mercúrio no homem.

Mercúrio o grande perigo escondido no peixe


Pessoas com uma dieta saudável poderão apresentar níveis altos de mercúrio. Mas como é isso possível? O mercúrio existe de varias formas na natureza, mas o peixe é o principal contaminante do homem. Por norma quem têm cuidado com a saúde, tende a ingerir mais peixe. Este facto reflecte-se principalmente nas pessoas que consumem peixe acima das duas ou três vezes por semana.
Os peixes com maior concentração de mercúrio são a cavala, tubarão, espadarte, cação, robalo chileno e o peixe espada preto ou branco

Como amenizar a assimilação de mercúrio


Quando comer peixe tempere-o com coentros, este tende a unir-se ao mercúrio e dificultar absorção do mesmo pelo organismo.
Aumente o consumo de zinco, poderá fazê-lo tomando suplemento de zinco ou comendo pevides de abóbora que são a maior fonte vegetal de zinco.
Sugiro que leia: Benefícios das sementes de abóbora 

Não necessitamos nem devemos eliminar o peixe da dieta, mas sim escolher os tipos e as quantidades certas. Evite comer peixe mais de duas vezes por semana. Procure os peixes da base da cadeia alimentar que correntemente sãos os peixes com menos grau de contaminação e procure saber o local de origem.
Salmão não deve exceder os 350 gramas por semana e deve limitar o consumo de atum a uma lata por semana.

Como é que os peixes ficam contaminados pelo mercúrio


Temos várias fontes de energia que emitem este poluente para o ar, principalmente pela queima de combustíveis fosseis. A atmosfera absorve todo esse mercúrio e manda-o de volta através da chuva. Por sua vez o plâncton come o mercúrio, os pequenos peixes comem o plâncton, que por sua vez são comidos pelos peixes médios e finalmente os grandes comem os médios. Sendo esta ultima cadeia a que apresenta maior concentração de mercúrio. Recapitulando, a concentração de mercúrio aumenta à medida que se avança na cadeia alimentar. A longevidade é outro parâmetro importante, os peixes com ciclo de vida mais longa estão sujeitos a um maior período de acumulação de mercúrio.

Sintomas de intoxicação por mercúrio


Os sintomas de intoxicação por mercúrio variam consoante o grau das intoxicações, que podem ser classificadas como agudas, subagudas ou cronicas.
O diagnostico não é fácil, umas vez que estas sintomatologias se confundem com outras patologias.
Intoxicação aguda, altas concentrações é a mais rara e têm risco de morte a curto prazo
Ardência no aparelho digestivo
Vómitos que pode até ter restias de sangue
Sangramento das gengivas e inflamação da boca
Aspecto acinzentado na boca e faringe
Sabor metálico na boca
Enfraquecimento dos dentes com possíveis quedas
Diarreia grave com possíveis resíduos de sangue
Problemas hepáticos sérios
Alterações renais graves
Intoxicação cronica, exposição repetida e gradual, a mais comum
Falta de concentração
Transtornos digestivos e mau hálito
Tonturas
Irritabilidade e cansaço acima do normal
Apatia ou agressividade
Visão e audição menos apuradas
Enfraquecimento dos dentes
Transtornos renais leves
Possível anemia
Hipertensão
Problemas a nível do sistema nervoso central

Os efeitos tóxicos do mercúrio podem ser reversíveis a longo prazo, dependendo do grau de toxidade. Contudo a exposição prolongada a este metal pode conduzir a danos irreversíveis, especialmente em fetos, lactentes e crianças.
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